O Reino do Cogumelo está em festa com a chegada do Sticker Comet, um cometa que está prestes a aterrissar no planeta. Durante a celebração, porém, o vilão Bowser aparece para acabar com a festa, dividindo o meteoro em diversas partes, ganhando extremo poder e sequestrando a Princesa Peach no processo.
A trama, bem típica de um game da série Super Mario Bros., serve de introdução para um título bastante diferenciado. Essa mudança vale não apenas para a franquia do encanador em si, mas também para a própria subsérie. Paper Mario: Sticker Star, a primeira incursão dessa saga nos portáteis, transforma tudo o que já era conhecido sobre ela, ao mesmo tempo em que mantém as coisas extremamente familiares.
Aqui, o sistema de parceiros foi extinto, assim como a ideia de armas. Em vez disso, o encanador mais famoso do mundo utilizará adesivos – os tais Stickers do título – para combater seus inimigos. As batalhas acontecem em turnos, nos quais Mario pode, muitas vezes, se ver em desvantagem numérica. Mas é justamente aí que o cérebro do jogador entra em ação.
Táticas e muita cola
Os adesivos utilizados durante as batalhas são obtidos pelos cenários ao longo dos games. Além de variarem em poder de ataque e função, eles também são descartáveis. É muito difícil descolar um adesivo e reutilizá-lo, e em Paper Mario: Sticker Star esse conceito é levado às últimas consequências. Cada figurinha pode ser utilizada uma única vez, desaparecendo logo depois.
Essa característica é aliada a um sistema de bônus especiais, que presenteia o jogador caso, por exemplo, ele consiga acabar com todos os inimigos de uma vez só no primeiro turno. Assim, o usuário sempre deve saber dosar se é uma boa gastar um adesivo poderoso em troca de um bônus ou o melhor é reservá-lo para as batalhas que acontecerão mais adiante.
É aqui que entra também o “Battle Spinner”, um sistema semelhante a um caça-níqueis que pode transformar completamente a luta. Utilizando as moedas encontradas ao longo do game, é possível até mesmo hackear a máquina, garantindo mais vantagens. Os benefícios vão desde turnos extras ou aumentos de capacidade ofensiva até “vidas extras” para seus adesivos.
Indo e voltando
Fora dos combates, colantes e elementos de papel também servem para levar o personagem adiante. Em determinado momento, por exemplo, Mario deve remover uma ponte de um local e colá-la em outro, permitindo a passagem. Objetos do mundo real, como uma tesoura, também podem ser guardados no inventário e utilizados durante os combates com efeitos especiais e, normalmente, devastadores.
Tal fator também elimina um pouco da linearidade dos games anteriores e transforma Paper Mario: Sticker Star em uma experiência nova. Além do hub central, onde o jogador pode comprar novos adesivos e itens, o retorno às fases antigas é incentivado. Novos caminhos e adesivos inéditos podem ser obtidos com o uso de armas e equipamentos conseguidos nos estágios mais avançados.
Os efeitos tridimensionais do Nintendo 3DS serão utilizados para passar a impressão de perspectiva e profundidade em um mundo de papel, evidenciando os bonitos e coloridos gráficos desenvolvidos pela empresa em parceria com a produtora Intelligent Systems. Paper Mario: Sticker Star chega em 11 de novembro, exclusivamente para o portátil.
Fontes: Destructoid, 1UP, IGN
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